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Veja como se cadastrar junto a Sema para cuidar de animais resgatados em Mato Grosso

  • Foto do escritor: Mara Kisner III
    Mara Kisner III
  • 26 de fev.
  • 2 min de leitura

Diversos animais silvestres, como araras, corujas, jabutis, macacos, papagaios e periquitos, estão precisando de um novo lar em Mato Grosso. Esses animais foram resgatados pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) e, devido a ferimentos ou condições de saúde, não puderam retornar à natureza, passando a necessitar de um guardião voluntário.

Para ajudar no cuidado permanente desses animais, o cidadão interessado pode se cadastrar junto à Sema e solicitar a guarda de uma espécie por um período inicial de até seis meses, com possibilidade de prorrogação. A liberação é feita pelo órgão ambiental por meio de um cadastro, cujo passo a passo pode ser conferido no site do governo do Estado (clique aqui).


No portal, o interessado deve preencher os requerimentos com dados pessoais, informar qual animal ou quais animais deseja cuidar e indicar o local onde eles ficarão, caso a solicitação seja aprovada. Após o preenchimento, é necessário reunir a documentação exigida e encaminhá-la à secretaria, presencialmente ou por e-mail (protocolo@sema.mt.gov.br).


Em seguida, a Sema analisa os dados e o perfil do voluntário e entra em contato com o solicitante. Para participar, é obrigatório morar em Mato Grosso, não ter histórico de crime ambiental e comprovar estrutura adequada para garantir o bem-estar do animal.

Atualmente, a Sema conta com 31 guardiões ativos, sendo sete aprovados no ano passado. Nesse período, 24 animais silvestres foram encaminhados para os cuidados de voluntários. A maioria é formada por aves, especialmente papagaios, oriundos de apreensão ou entrega voluntária, que apresentam fraturas nas asas — o que impede o voo e o retorno à natureza — além de problemas nutricionais ou metabólicos. Também são comuns psitacídeos, como araras e periquitos, com membros amputados, geralmente em decorrência de acidentes causados por linhas de pipa.


Fonte: KARINE ARRUDA

DO REPÓRTERMT

 
 
 

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